História
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Desde o princípio, nós temos conseguido nossos objetivos principais: as primeiras ligações intercontinentais, as primeiras recepções do satélite Telstar, a primeira transmissão televisiva desde o Centro Espacial de Fucino.  A concessão dos direitos exclusivos para a provisão de serviços de telecomunicações através do “satélite artificial", pelo Ministro das Telecomunicações em 1965, permitiram a nossa união com a INTELSAT, a recentemente estabelecida organização internacional, que fornecia circuitos de telefonia, telégrafia e televisão para a América do Norte e a Europa.

Este era o ano durante o qual o primeiro satélite de telecomunicações comerciais foi lançado (“Early Bird”, posteriormente rebatizado de Intelsat I).

Dois anos mais tarde, nós iniciamos operações também na área Atlântica, com a primeira grande antena de 30 metros de diâmetro localizada na Estação de Fucino.  A pequena antena utilizada durante a fase experimental, com um prato ampliado e sistemas de rastreamento completamente renovados, foi oferecida para a Intelsat para os primeiros serviços de telemetria e controle remoto dos satélites, sob um contrato assinado em 1968.  Isto nos permitiu nos posicionar como um fornecedor chave para serviços de controle de órbita para todas as principais organizações internacionais (Intelsat, Eutelsat, Inmarsat, etc.).  Hoje nós controlamos 34 satélites, com 13 antenas operacionais.  Na década de 1970, nos empenhamos também na área de sistemas de engenharia, selando acordos com o Conselho de Pesquisa Nacional Italiano (Italian National Research Council) para o gerenciamento do SIRIO (Programa de Satélite Italiano) seguido por um acordo em 1980 para realização de estudos preliminares para o satélite ITALSAT, que seria integrado à rede nacional de telefonia.

De modo a expandir nossos sites e melhorar nossa distribuição geográfica, estabelecemos duas novas localidades em Gera Lario (Como), no ano de 1977, e em Scanzano (Palermo), no ano de 1987.  Em 1975, com a assinatura de um Memorando de Entendimento com a NASA para recepção de dados dos satélites LANDSAT, e com a entrada em serviços de uma estrutura dedicada em Fucino, nos tornamos plenamente operacionais como fornecedores dos mais avançados serviços de Observação da Terra.

O ano de 1991 viu a introdução da primeira rede fechada de satélites com pequenas antenas (Vsat) para um único usuário principal:  Argo, um projeto para comunicações emergencias com antenas fixas e móveis para o Departamento de Defesa Civil, totalmente concebido e desenhado por nós.

Argo foi sucedido pr muitos outros projetos para clientes públicos e privados, todos gerenciados desde um centro de controle remoto em Fucino.

Muitos outros projetos de engenharia foram desenhados e desenvolvidos para várias organizações nacionais e internacionais, como a Agência Espacial Italiana (Italian Space Agency  - ASI) e a Agência Espacial Européia.  Como parte de um contrato ESA/ESTEC de 1996, estamos liderando uma equipe de 5 companhias européias a definição de sistema e estudo de viabilidade para o europeu GNSS2.

Em 2000, nós estabelecemos o E-Geos, uma joint-venture com a Agência Espacial Italiana que estabelece o primeiro centro nacional de Observação da Terra.

No ano seguinte, nós gerenciamos com sucesso a fase LEOP (launch and early orbit phase) para o satélite de telecomunicações militares SICRAL.  Nos também introduzimos uma nova plataforma digital americana, permitindo a emissoras nacionais e internacionais transmitir serviços de rádio, televisão e multimídia através de todo o continente americano.

A recuperação do satélite Artemis, lançado em uma órbita abaixo da pretendida, começou em 2001.  A operação durou por 18 meses, com o Artemis atingindo sua órbita geoestacionária com sucesso em janeiro de 2003.

Em 2003, nós adquirimos a empresa alemã GAF, completando nosso portifólio de serviços para o mercado de Observação da Terra.  Adicionalmente, através de uma afiliada da GAF, nós podemos agora receber e processar dados de satélites indianos, nos garantindo, então, cobertura global.
Atualmente, nosso sistema de teleportos está completamente desenvolvido e é único com este nível de infra-estrutura Européia, e possivelmente, mundial.  O desafio final é atingir uma completa integração de redes com outras tecnologias de telecomunicações (fibra ótica, wireless, etc.), criando um teleporto com disponibilidade máxima para os clientes na Europa e no mundo.

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